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Com milho caro e falta de resposta do MAPA sobre medidas de apoio, granjeiros buscam alternativas para reduzir custos
Publicado em: 15 Mar 2021
Produtores de suínos, aves ovos e leite aguardam por repsostas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) sobre medidas de auxílio para aquisição de milho para fabricação de rações, em uma tentativa de reduzir a pressão pelos custos de produção. Enquanto as medidas de suporte não são aprovadas, o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, aponta como alternativas a redução do milho na composição da ração ou encaminhar para abate animais mais leves.
Lideranças dos setores de proteína animal pleiteiam desde o final do ano passado medidas como a isenção temporária de PIS/Cofins para a importação de milho para os produtores fora do sistema de drawback e a liberação para importação de algumas variedades de milho geneticamente modificado dos Estados Unidos.
"Estes pedidos estão sendo estudados. A ministra Tereza Cristina (do MAPA) foi a nossa porta de entrada, mas quem pode autorizar a importação do milho geneticamente modificado é a CTNBio, e a isenção dos tributos, o ministro da Economia, Paulo Guedes", explicou Santin.
O presidente da ABPA afirma que ainda não há um prazo para que o Governo Federal responda estas solicitações, aprovando-as ou não.
"Não vai faltar milho no Brasil, mas a questão é que estes preços como estão hoje são, em parte, fruto de especulação, de gente que fala que vai faltar milho. Pelos dados divulgados pela Conal, somando demanda interna e externa, ainda deve sobrar 9 milhões de toneladas de estoque de passagem", apontou.
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