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Mercado brasileiro de milho apresenta leves movimentações
Publicado em: 09 Mai 2017
O início da semana foi de ligeiras movimentações para os preços do milho no mercado doméstico. Conforme o economista André Lopes, o valor subiu 7,89% em Campo Grande (MS), com a saca do cereal a R$ 20,50. Em Panambi (RS), a saca registrou alta de 2,34% e encerrou o dia a R$ 21,00.
Em contrapartida, em Campo Novo do Parecis (MT), a queda ficou em 5,56%, com a saca a R$ 17,00. Já em Tangará da Serra (MT), a perda ficou em 5,00%, com a saca a R$ 19,00. No oeste da Bahia, a saca cedeu 4,17% e encerrou o dia a R$ 23,00. No Porto de Paranaguá, o preço futuro permaneceu estável em R$ 29,00.
O consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, destacou os preços do cereal já tocaram o fundo do poço. "E a redução nos valores dos fretes deve ajudar as cotações do milho. Além disso, será importante os produtores não forçarem as vendas no momento da colheita", explica o especialista.
Por outro lado, Brandalizze também ressaltou a importância da utilização de várias ferramentas de comercialização do cereal como as exportações, demanda interna e também os leilões do Governo.
Inclusive, na próxima quinta-feira (11) o Governo realiza mais três operações de apoio à comercialização do cereal. No caso do Pepro (Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural) serão ofertadas 500 mil toneladas de milho. No Pep (Prêmio para o Escoamento de Produto), serão ofertadas 300 mil toneladas e mais 7,4 mil contratos de opção. Todas as operações contemplam o milho produzido em Mato Grosso.
BM&F Bovespa
As cotações do milho negociadas na BM&F Bovespa cederam no pregão desta segunda-feira (8). As principais posições do cereal acumularam perdas entre 0,34% e 0,92%. O contrato maio/17 era cotado a R$ 27,95 a saca e o setembro/17 a R$ 27,01 a saca.
Apesar da alta registrada no câmbio nesta segunda-feira, as cotações foram pressionadas pela queda registrada em Chicago. A moeda norte-americana subiu 0,66%, e terminou o dia a R$ 3,1959.
Segundo reporte da agência Reuters, a moeda acompanhou a movimentação no mercado exterior após a confirmação da vitória de Emmanuel Macron à Presidência da França. Porém, a tramitação da Reforma da Previdência no Congresso Nacional continua no foco dos participantes do mercado.
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