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Oferta interna de carne de frango vem sendo menor que a de 2015
Publicado em: 09 Mai 2016
Projetando-se, a partir do alojamento de pintos de corte (APINCO), o potencial brasileiro de produção de carne de frango, chega-se a resultado que sugere - para o quadrimestre inicial do ano - volume quase 5% superior ao de idêntico período de 2015 (vide “Carne de frango: o potencial de produção do primeiro quadrimestre”).
Entretanto, o que poderia ser um exagero frente ao momento econômico brasileiro, dilui-se totalmente ao ser calculada a disponibilidade de carne de frango para o mercado interno. Porque, em suma, as exportações do período aumentaram pelo menos 15% e, com isso, a oferta interna do produto vem tendo expansão que – considerado o potencial projetada – é apenas vegetativa.
Assim, partindo-se do potencial de produção estimado a partir do alojamento de pintos de corte – 4,627 milhões de toneladas no 1º quadrimestre – e de exportações da ordem de 1,436 milhões de toneladas – chega-se a um potencial interno de pouco mais de 3,190 milhões de toneladas.
Pois bem: esse potencial indica aumento de cerca de 1,5% em relação aos mesmos quatro meses de 2015. Porém, há um fator adicional que não pode ser ignorado: como o ano é bissexto, o volume estimado deve ser distribuído por 91 dias e não por 90, como em 2015. Com isso, o aumento real na oferta interna não chega a meio por cento.
O gráfico abaixo mostra a evolução mensal da oferta interna em 2015 e nos quatro primeiros meses de 2016. Nele, o potencial projetado foi ajustado para mês de 30 dias – o que proporciona ideia mais aproximada da oferta real de cada mês.
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