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OIE alerta para risco de agravamento da Influenza Aviária
Publicado em: 01 Mar 2018
Para a OIE ocorreram, até aqui, duas grandes ondas da doença. A primeira começou em 2004 e atingiu seu pico em 2006. A partir daí, paulatinamente, a atividade do vírus decresceu e o ciclo foi considerado encerrado em 2012.
A segunda onda considerada “panzoótica” começou em 2013, apresentando atividade máxima em 2015. Mas ainda não terminou, continua em 2018. E é considerada excepcional por, pelo menos, três razões: (1) pelo substancial número de países e regiões com registro de presença, em aves domésticas, do vírus de alta patogenicidade da Influenza Aviária; (2) pelo substancial número de casos (surtos) envolvendo granjas, criações de subsistência e, mesmo, pequenos criatórios domésticos; (3) pela grande diversidade de subtipos circulantes, ocorrência que torna o controle e a erradicação da doença extremamente complexos.
Abaixo, uma síntese do que ocorreu nos dois ciclos citados pela OIE. Clique aqui para acessar o relatório completo no qual a OIE analisa, entre outras questões, as diferenças e similaridades entre esses dois episódios, as características geográficas dos países e regiões afetadas, o impacto da presença do vírus na avicultura, bem como sua evolução e sua circulação na atualidade.
Nas mensagens finais de seu relatório, a OIE lembra que a ocorrência de casos no Hemisfério Norte está diretamente relacionada ao Inverno. O órgão não cita, mas as baixíssimas temperaturas que ora afetam praticamente toda a parte setentrional do Planeta representam, sem dúvida, o quarto fator de risco de agravamento mundial da Influenza Aviária.

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