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22 Ago

Perigos da laringotraqueíte são abordados durante Qualificaves na 6ª Semana Tecnológica do Agronegócio

Publicado em: 22 Ago 2017

Perigos da laringotraqueíte são abordados durante Qualificaves na 6ª Semana Tecnológica do Agronegócio
Fonte: Assessoria de comunicação Coopeavi com Informações AVES
Fonte: Assessoria de comunicação Coopeavi com Informações AVES

Fernando Resende

 

Os perigos relacionados à doença “Laringotraqueíte” foram apresentados em palestra ocorrida no dia 17/08, durante o Qualificaves especial promovido pela Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi) e pela Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (AVES). A palestra fez parte da programação da 6ª Semana Tecnológica do Agronegócio - STA realizada pela Coopeavi entre os dias 16 a 19 de agosto, no Parque de Exposições de Santa Teresa – ES.

 

Fernando Resende, Coordenador Técnico da Ceva Saúde Animal foi quem ministrou o tema, inicialmente falando sobre as características do vírus e da doença. Apresentou as vacinas disponíveis para a Laringotraqueíte, e como foram e estão sendo utilizadas nas regiões em que a doença foi notificada. “O Espírito Santo ainda é um território livre da laringotraqueíte. A doença respiratória que acomete aves registrou casos em municípios paulistas e mineiros, localizados a menos de 1.000 quilômetros da área de atuação da Coopeavi”, disse.

 

 

O auditório ficou lotado com a presença de avicultores e lideranças estaduais e federais. Resende explicou que não existe tratamento específico contra a doença, se tornando de grande importância a prevenção, através da adoção de medidas de biosseguridade e do não uso de produtos que lesionem a mucosa respiratória. “A medida mais efetiva para o controle da doença é a vacinação”, afirmou.

 

O médico veterinário da Coopeavi, Tarcísio Agostinho, informa que a doença pode matar até 30% dos lotes de aves. “A laringotraqueíte afeta a avicultura de postura, baixando a produção de ovos”, destacou.

 

De acordo com a médica veterinária da AVES Carolina Covre, o momento foi importante para mostrar o perigo que a doença representa ao plantel de nosso Estado, e se estamos, nós técnicos, produtores e órgãos oficiais preparados para enfrentar um surto da doença. “Diante dos diferentes protocolos de vacinação feitos nos locais em que a doença aconteceu, os desafios encontrados, principalmente em eliminar contaminantes, como o esterco e as próprias aves, várias questionamentos surgem. E mais uma vez a importância da biosseguridade foi evidenciada”, enfatizou.

 

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