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Pesquisadores brasileiros estudam inclusão de insetos na alimentação animal
Publicado em: 11 Mar 2019
A alimentação de planteis cada vez maiores de aves e suínos tem se tornado um desafio a cada ano devido às limitações das safras de milho e soja. Embora em 2017 o Brasil tenha colhido safras recordes dessas proteínas vegetais, o mesmo não ocorreu no ano passado. Como resultado, houve redução de oferta e aumento de preço e avicultores e suinocultores brasileiros tiveram aumento de custo. O problema pontual, no entanto, lança dúvidas sobre como o Brasil pode se tornar o maior produtor de carne de frango e um dos principais de carne suína nos próximos anos diante da necessidade de aumentar também as produções de milho e soja. A solução que se apresenta pode estar nos insetos. Pelo mundo, empresas já têm feito investimentos nesse sentido. Em uma joint venture, a Bühler e a Protix devem inaugurar neste ano uma fábrica voltada à produção de insetos – especificamente, larvas da mosca soldado negra – para uso em ração animal. Os estudos e investimentos para o uso dessas proteínas para a alimentação de aves e suínos, contudo, têm crescido não apenas fora do Brasil. A Embrapa Meio-Norte e pesquisadores de diferentes universidades já estão se debruçando sobre o tema. A cultura avessa ao uso de insetos na alimentação e a falta de incentivos, contudo, são barreiras enfrentadas no país.
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