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Suínos/China: preços futuros caem mais de 12% em primeiro dia de negociação
Publicado em: 11 Jan 2021
A queda dos preços futuros reflete a expectativa de que a população de suínos da China - a maior do mundo - continuará se expandindo depois de ter sido dizimada por surtos de peste suína africana em 2018 e 2019. A China tem mais de 370 milhões de suínos e é também o maior consumidor mundial de carne suína.
Nos últimos dois anos, os preços médios à vista dos suínos vivos dispararam e oscilaram amplamente, influenciados pelos preços que os criadores chineses recebem quando levam seus animais para abatedouros locais. Os novos contratos permitirão aos criadores transferir o risco das flutuações de preços e controlar sua escala de produção com base nas expectativas de oferta e demanda futuras, disse a Bolsa.
Nos últimos 18 meses, a indústria de suínos da China viu o crescimento de grandes granjas corporativas que têm tido mais sucesso em manter a peste suína africana sob controle. Sua presença também aumentou a necessidade de mecanismos mais sofisticados para proteger seus ganhos.
"A China está se movendo em direção a essa operação profissional, industrial e comercial para suínos e eles precisam ter um mercado para dar sinais de preços", disse Darin Friedrichs, analista sênior de commodities para a Ásia da StoneX.
Diferentemente dos futuros de suínos negociados na Bolsa de Chicago (CME), os contratos futuros na Bolsa de Dalian exigem liquidação física - ou seja, detentores de contratos na data de vencimento precisarão receber os animais. A medida tem como objetivo reduzir a especulação de preços. Cada contrato corresponde a 1 tonelada.
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